terça-feira, 22 de agosto de 2017

Recordes e Curiosidades do Furacão



O início do apelido "Furacão"

Com a manchete de primeira página, O “Furacão” levou o “Tigre” de roldão, da edição de junho de 1949, o "Desportos Ilustrados" que foi fundado em 11 de abril do mesmo ano, foi o primeiro meio de comunicação a levar a público o apelido “Furacão” referindo-se ao Atlético Paranaense. Na edição o jornal comentava sobre a goleada aplicada pelos jogadores rubro-negros no time do Britânia S.C. (pelo campeonato paranaense) no domingo 19, sendo que este resultado era a quinta goleada consecutiva do Atlético no certame.

A partir desta data a imprensa e torcedores Atleticanos passaram a denominar de “Furacão” o time do Clube Atlético Paranaense. Assim nasceu o apelido que acompanha o rubro-negro da baixada até os atuais dias.

Vale ressaltar que o apelido de Furacão se deu em um jogo realizado no então Belfort Duarte, atualmente Couto Pereira.

Simplificando, o apelido Furacão surgiu em 20 de junho de 1949 pelo jogo ocorrido no “Couto” contra o Britânia por 5x1.

A primeira vitória com alcunha de Furacão ocorreu em 07/08/1949 contra o Coritiba no Belfort Duarte (Atual Couto Pereira) por 5x1. 


A primeira partida da história do Atlético

A primeira partida ocorreu no dia 6 de abril de 1924, um amistoso contra o Universal FC, vencido pelo Atlético por 4 a 2.

O primeiro jogo noturno da história do Atlético

Em 21/11/1942, o Atlético realizou a primeira partida noturna de sua história, diante do Ferroviário no Belfort Duarte. O Atlético venceu por 4x1, gols de Pica Pau (2), Érico e Sanin.

O primeiro campeonato nacional disputado pelo Atlético

O Clube Atlético Paranaense foi o primeiro time do Estado do Paraná a participar de uma competição de âmbito nacional. A primeira partida em um "nacional" ocorreu em 23 de agosto de 1959 na cidade catarinense de Tubarão, pela primeira Taça Brasil, cujo campeão foi o Bahia. O Furacão estreou com vitória por 2x1 sobre o Hercílio Luz, com gols de Tião aos 9´ do primeiro tempo e do atacante Gaivota aos 30´ do segundo tempo.

O Primeiro jogo do Furacão por uma competição nacional em Curitiba, ocorreu na Baixada e foi exatamente o jogo de volta da Taça Brasil de 1959 contra o Hercílio Luz. O Atlético venceu por 1x0 gol de Péricles aos 44´ do primeiro tempo.

Jejum de títulos

Entre 1950 (Ano da Copa no Brasil) e 1982 (Copa da Itália) o Atlético conquistou apenas 3 títulos, 1958, 1970 e 1982.

Maiores Goleadas impostas pelo Atlético em Atletibas 


· Atlético 6x2 Coritiba - 6 de abril de 1938
· Atlético 5x2 Coritiba - 13 de abril de 1997

Os 10 maiores artilheiros da história do Atlético:

1º – 157 gols – Sicupira (1968 a 1975) – média de 26,42 gols por ano
2º – 142 gols – Jackson (1944 a 1950 e 1953 e 1954) – média de 15,78 gols por ano
3º – 124 gols - Kléber Pereira (1999 a 2002) 185 jogos – Média de 31 gols por ano / 0,67 gols por jogo
4º – 115 gols – Marreco (1924 a 1934) – média de 10,45 gols por ano
5º – 114 gols – Cireno (1942 a 1952) – média de 10,36 gols por ano
6º – 106 gols – Valter
7º – 80 gols - Paulo Rink
8º – 76 gols - Guará
9º – 65 gols - Alex Mineiro
10º– 65 gols - Adriano Gabiru


Sicupira foi o maior artilheiro da história do Atlético, fazendo 157 gols. 

Jackson Nascimento, segundo maior artilheiro da história do Atlético Paranaense em número de gols é considerado o maior artilheiro em média de gols por jogo. Atuou no Furacão entre 1942 e 1956. Ficou longe da Baixada nos anos de 1951 e 1952, quando defendeu o Corinthians.

Kléber Pereira é o maior artilheiro da história do Atlético, se considerarmos a média de gols por ano, o curto período que vestiu a camisa do Furacão e o grau de dificuldade dos adversários. Kléber fez 124 gols em 185 jogos.

Os maiores artilheiros do Atlético em Libertadores


Lima e Luisinho Netto são os maiores artilheiros do Atlético na Libertadores com 6 gols cada.

Lima é o maior artilheiro do Furacão em uma edição, 6 gols em 2005

Fatos pitorescos em Atletibas

No Atletiba de 1943, o Atlético venceu o Coritiba por 3 X 2. O goleiro Caju defendeu um pênalti no último minuto. Na manhã seguinte os atleticanos declararam feriado municipal pendurando uma galinha morta com a camisa do coxa em frente à uma cafeteria no centro da cidade.

No Atletiba de 01 de maio de 1990 um porco pintado de verde foi solto no campo do Couto Pereira. O dirigente atleticano, Beto Habitzreuter, conhecido como Beto Padeiro, levou um porco pintado de verde e branco para soltar no gramado. Sem ter quem tivesse coragem de começar a brincadeira pediu para o Julião que soltasse o porco no gramado. No gramado, Julião se divertia passeando com o porquinho enquanto observava as reações indignadas dos coxas e a euforia dos atleticanos com a cena.

O Jogador que mais vezes vestiu a camisa do Furacão

O goleiro Caju foi o jogador que mais vestiu a camisa do Atlético, marca de 620 jogos. Também foi o primeiro jogador do Furacão e de um clube paranaense a ser convocado para a Seleção Brasileira.

Furacão no exterior


 O Atlético Paranaense foi o primeiro time do Estado do Paraná a fazer uma excursão internacional, o Furacão viajou ao Paraguai onde fez três partidas contra times paraguaios, derrotas para Cerro Porteño e Olímpia, vitória sobre o Nacional por 4x1.

O Furacão foi BI-Campeão invicto do torneio Internacional Schützi-Cup em 1991 e 1992. Para se ter ideia de tal feito, a tal fita azul que o coxa recebeu, refere-se a campanha invicta em 6 amistosos pela África e Turquia. O Furacão, somadas as duas excursões, realizou 10 jogos.

Campanha do Atlético - Torneio e amistosos 1991/1992

1991 - Atlético 0x0 Servette (Suíça) Amistoso

1991 - Atlético 4x1 Butisselen (Bélgica) Torneio

1991 - Atlético 2x2 Winterthur (Suíça) Torneio

1991 - Atlético 6x0 Isny (Alemanha) Amistoso

1992 - Atlético 4x1 Basso Piove (Itália) Amistoso

1992 - Atlético 2x0 Sttutgart Kickers (Alemanha) Torneio

1992 - Atlético 4x0 Winterthur (Suíça) Torneio

1992 - Atlético 3x1 Altach (Áustria) Amistoso

1992 - Atlético 1x0 Will (Suíça) Amistoso

1992 - Atlético 2x2 Schaffhausen (Suíça) Amistoso


Maior número de títulos internacionais do Estado do Paraná

O Atlético Paranaense detém o maior número de títulos em torneios internacionais do Estado do Paraná com a equipe principal.


5 títulos internacionais com a equipe principal:

1974 – Campeão Torneio Internacional Afro-Brasileiro (Brasil)
1991 – Campeão Schützi-Cup (Suiça)
1992 – Bi Campeão Schützi-Cup (Suiça)
2007 – Campeão Shaka Hislop Tribute Cup (Trinidad e Tobago)
2013 – Campeão Marbella Cup (Espanha)

Nome de fundação:

O nome original e de fundação do Atlético é Club Athlético Paranaense.

ATHLÉTICO com “h” e Club sem “e”.

O goleiro que nadou para defender o Atlético e ser campeão: 


Em 1925 o goleiro Tércio Agner adoeceu antes da final contra o Savóia. Na época o presidente Candido Mader mandou buscar Tapyr, que havia sido goleiro do Internacional (um dos clubes da fusão), morava em Guaraninha a 125 km de Curitiba. Um tempo difícil com locomoção e estradas. Para o primeiro jogo Tapyr saiu no sábado, chegando às 3 da manhã em Curitiba. Tapyr não dormiu, jogou à tarde e o placar foi 1x1. O segundo jogo ocorreria em 17 de janeiro e Aécio Pories foi em busca de Tapyr. Aécio viajou de trem até Palmeira, de carro até o Rio Guaraúna, atravessou 1 km a nado, mais 6 Km de caminhada, chegando as 16:30 e saindo às 17 hrs para chegar a tempo de atravessar o rio a nado ainda de dia, mas o Ford que os conduzia encalhou, perderam horas para desatolar. Chegaram ao rio às 20 hrs. Em meio a travessia Tapyr foi arrastado pela correnteza para uma vala, mas conseguiu se salvar. Chegaram as 22 horas em Palmeira e dormiram por lá saindo no dia seguinte de trem, chegando a Curitiba antes do jogo. O Atlético foi a campo com o goleiro Tapyr e venceu o jogo contra o Savóia por 3x1 conquistando seu primeiro título diante de um público de 5 mil pessoas.

Maior goleada em torneios nacionais

A maior goleada imposta pelo Atlético em um torneio nacional foi contra o Vasco em 2005, placar 7x2. 


Participações em Campeonatos Brasileiros

O Atlético é o clube paranaense que mais vezes disputou o Campeonato Brasileiro, até 2017 foram 41 participações. 


As maiores goleadas aplicadas pelo Furacão

· Atlético 10x1 Caxias/SC

· Atlético 10x1 Selecionado da Lapa

· Atlético 8x0 Serrano de Prudentópolis

· Atlético 8x1 Iguaçu de União da Vitória

· Atlético 7x2 Seleção da Uganda

· Atlético 7x2 Vasco

· Atlético 6x0 Grêmio Barueri

· Atlético 6x1 Criciúma

· Atlético 6x2 Coritiba

· Atlético 6x2 Goiás

· Atlético 6x2 Sport Recife

· Atlético 6x3 Bahia

· Atlético 6x3 Figueirense

· Atlético 6x4 Vasco

· Atlético 5x0 Bahia

· Atlético 5x0 Corinthians

· Atlético 5x1 Grêmio


Confrontos Estrangeiros

O Nacional do Uruguai ao lado do FC Dallas dos EUA foram os clubes estrangeiros que Atlético Paranaense mais enfrentou.

Clube                       J     V   E  D  GP   GC  SG

Nacional-URU      6      5   1   0   14     6     8
FC Dallas-USA      6      3  0   3    9      9     0

Jogos contra Seleções

· Atlético 3x1 Brasil (sub-20)

· Atlético 1x1 Romênia

· Atlético 5x3 Ucrânia

· Atlético 7x2 Uganda

· Atlético 4x4 Bulgária

· Atlético 1x2 Canadá

· Atlético 1x2 Jamaica 


Jogadores convocados para a guerra

Três jogadores atleticanos foram convocados para a Força Expedicionária Brasileira, a FEB, que participou ativamente da II Guerra Mundial, na Itália. Os soldados Atleticanos foram Viana, Mozart e Evandro. 


O Maior Campeão Brasileiro

Se desconsiderarmos a participação dos 12 considerados grandes em todas as edições do Brasileirão desde 1959, o Furacão fica com o posto de maior “Campeão Brasileiro” da atualidade com 9 títulos, seguido de Bahia com 7 e Coritiba com 5. 

Os anos dos títulos simbólicos: 1968,1983, 2001, 2004, 2007, 2010, 2013, 2014 e 2016

Maior artilheiro em uma edição de Brasileirão

O maior artilheiro de uma edição de Campeonato Brasileiro pertence ao Atlético Paranaense. Washington em 2004 marcou 34 gols. Além disso o Atlético teve outro artilheiro de uma edição de Campeonato Brasileiro, Ederson em 2013 com 21 gols. 


Nunca venceram o Atlético na “nova” Baixada desde 1999


Entre os 12 grandes, desde 1999, três times jamais venceram o Atlético na Arena da Baixada: Flamengo, Vasco e São Paulo.
 

Maior artilheiro do Atlético em 1 partida

Neno com 6 gols no dia 18/09/1949 na vitória de 7x3 sobre o Água Verde

Bola de Ouro


O Atlético Paranaense é o único clube do Paraná agraciado com a Bola de Ouro.

É também o único clube fora do eixo Rio-São Paulo-Minas-Rio Grande do Sul, a ostentar tal feito, com duas conquistas:

Roberto Costa pelo Brasileirão de 1983
Alex Mineiro pelo Brasileirão de 2001.

Além da Bola de Ouro o Atlético Paranaense conquistou duas chuteiras de Ouro: 

Kléber em 2001 com 50 gols
Washington em 2004 com 44 gols.

Média de Público


A maior média de público do Atlético Paranaense em Brasileiros pertence ao ano de 1983: 

25.293 espectadores, 23.801 pagantes e é a maior do futebol paranaense em todos os tempos no torneio.

A média de público do Atlético Paranaense contando os campeonatos Brasileiros de 1971 a 2016 é de 12.180 espectadores.

O Atlético também possui a 2ª maior média de público em brasileiros: 

23.457 espectadores em 1982 
(Furacão jogou apenas 3 partidas em seus domínios contra Ceará, Ponte Preta e São Paulo, este último confronto pesou para a alta média daquele ano). 

As melhores médias de público por jogo e por ano em seu estádio foram estabelecidas a partir de 1999 com a Arena da Baixada.

Recorde de público na Tanzânia



Um amistoso do Atlético Paranaense na Tanzânia registrou o recorde de maior público de uma partida de futebol daquele país e um dos maiores públicos da história do clube. O jogo contra o Simba terminou empatado por 1x1 e atraiu 57 mil pessoas ao estádio Nacional, em Dar es Salaam. Foi quase o dobro de torcedores que em junho de 2010 viram, no mesmo local, a Seleção Brasileira golear a Tanzânia por 5x1, público estimado de 30 mil, em partida preparatória para a Copa do Mundo da África do Sul. Esse foi o 6º maior público da história do Atlético.

O maior público de um jogo do Atlético em todos os tempos

O maior público de um jogo do Atlético ocorreu em 12 de maio pela semifinal do Campeonato Brasileiro de 1983, no Maracanã, 113.479 assistiram ao time carioca vencer por 3x0. O segundo maior público pertence ao jogo da final da Libertadores de 2005, 71.986 em 14/07/2005 no Morumbi, placar 4x0 para o São Paulo.

O maior público de um jogo do Atlético no exterior:


O maior público do Atlético no exterior ocorreu em Guadalajara no Estádio Jalisco contra o Chivas, pela semifinal da Libertadores de 2005. 65 mil pessoas presenciaram o jogo que terminou empatado em 2x2 e classificou o Atlético para a final do torneio.

Os 10 maiores públicos da história do Atlético Paranaense


1º Atlético-PR 0x3 Flamengo - Maracanã - 113.479 - 12/05/1983 – Brasileirão
2º Atlético-PR 0x4 São Paulo - Morumbi - 71.986 - 14/07/2005 – Libertadores
3º Atlético-PR 2x0 Flamengo - Couto Pereira - 67.391 - 15/05/1983 – Brasileirão
4º Atlético-PR 2x2 Chivas - Jalisco (Mex) - 65.000 - 30/06/2005 - Libertadores/2005
5º Atlético-PR 1x3 São Paulo - Couto Pereira - 60.784 - 27/02/1982 – Brasileirão
6º Atlético-PR 1x1 Simba - Estádio Nacional (Tan) - 57.000 - 19/01/2011 - Amistoso
7º Atlético-PR 0x0 Coritiba - Couto Pereira - 55.164 - 17/12/1978 - Paranaense/1978
8º Atlético-PR 0x3 Coritiba - Couto Pereira - 52.028 - 01/05/1990 - Paranaense
9º Atlético-PR 1x1 Corinthians - Couto Pereira - 49.740 - 08/04/1984 – Brasileirão
10º Atlético-PR 1x0 São Paulo - Morumbi - 47.104 - 08/05/1983 - Brasileirão/1983

Os 5 maiores públicos com mando do Atlético Paranaense
 

Atlético-PR 2x0 Flamengo/RJ - 67.391 - 15/05/1983 - Estádio Couto Pereira
Atlético-PR 1x3 São Paulo/SP - 60.784 - 27/02/1982 - Estádio Couto Pereira
Atlético-PR 0x0 Coritiba - 55.952 - 17/12/1978 - Estádio Couto Pereira
Atlético-PR 0x3 Coritiba - 55.897 - 01/05/1990 - Estádio Couto Pereira
Atlético-PR 1x1 Corinthians/SP - 49.740 - 08/04/1984 - Estádio Couto Pereira 


Os 2 maiores públicos da história do Couto Pereira pertencem ao Atlético

Atlético-PR 2x0 Flamengo- RJ - 67.391 espectadores – 65.493 pagantes em 15/05/1983

Atlético-PR 1x3 São Paulo- SP - 60.784 espectadores – 57.324 pagantes em 27/02/1982 



Maior público registrado em Atletiba
 

Atlético 0x0 Coritiba - 55.952 espectadores - 52.164 pagantes - em 17 de dezembro de 1978 no Couto Pereira  

O Atlético detém o recorde de público dos maiores estádios de Curitiba

1968 – Vila Capanema – Atlético 3 x 2 santos – 24.303 espectadores
1983 – Couto Pereira – Atlético 2 x 0 Flamengo – 67.391 espectadores (Pagantes 65.493)
1998 – Pinheirão - Atlético 2 x 1 Coritiba – 44.475 espectadores
2012 - Janguito Malucelli - Atlético 1 x 1 Paraná – 6.609 espectadores

O maior público do Atlético na Baixada pertence ao jogo Atlético 0x0 Flamengo em 2016 com 38.020 espectadores.

Curiosamente o recorde de público da Arena da Baixada pertence ao jogo da Copa 2014 em 23/06/2014 entre Espanha 3x0 Austrália com 39.375 espectadores.

Recorde de público em eventos: 45.207 - UFC 198 - 15/05/2016


Fontes:

Revista Placar
Tribuna do Paraná
Folha de São Paulo
Estadão
Gazeta do Povo
Wikipédia
Jornal Lance!
ESPN
Verminosos
Globo Esporte
Esporte UOL
Terra
Zero Hora
E diversos sites, revistas e jornais esportivos do Brasil e do mundo

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Historiadores Professor Heriberto Ivan Machado, Valério Hoerner Junior e José Paulo Fagnani

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Cultivo protegido auxilia na produção de tomates

A tecnologia é uma grande aliada dos produtores da região; além de diminuir a mão de obra, também reduz os riscos de perda da produção.

A plantação de tomate pode ser cultivada durante o ano todo. Porém em regiões, onde o clima é ameno, com temperaturas muito baixas e com geadas, o cultivo deve ser realizado entre os meses de agosto e janeiro. O frio intenso pode prejudicar a produção do tomateiro. Além das altas temperaturas, que também podem acelerar a maturação e reduzir expressivamente a produção. O ideal é manter uma temperatura média de 21°C.

Para reverter este cenário, foi implantado, há mais de 10 anos no município, o Cultivo Protegido. Mas só agora, devido às inconstâncias de temperatura e a instabilidade de produção, os agricultores familiares estão investindo nesse segmento.

“O nosso município é referência em qualidade de produção, quando falamos em cultivo protegido. Sendo uma tendência, pelo fato da redução de mão de obra e o menor risco de perda de produção”, afirma o secretário de Agricultura e Abastecimento, Márcio Toniolo.

Com essas tecnologias implantadas, os produtores conseguem aumentar o ciclo de produção, diminuindo o custo e aumentando a produtividade. Segundo o secretário da pasta, em campo aberto a produção é de aproximadamente 200 a 250 caixas por mil pés, quando cultivados em estufas a produção aumenta para 350 a 400 caixas por mil pés de tomate.

“Muitos agricultores já trabalham com o cultivo protegido. Porém, na cultura do tomate ainda estamos evoluindo. A tecnologia vem a cada ano melhorando, onde a redução de agrotóxicos é um dos principais objetivos que os produtores tende a alcançar”, destaca Toniolo.

A estimativa de produção em cultivo protegido aumenta a cada ano já que o próprio mercado exige produtos de melhor qualidade em suas prateleiras. Também outro fator positivo é a melhor rentabilidade que essa cultura traz para o agricultor, reduzindo a mão de obra, possibilitando aumento de produtividade em menores espaços.

Mais informações sobre o trabalho da prefeitura em:
FACEBOOK: facebook.com/pmdecolombo
Foto: divulgação/ PMC